Empresas Engenharia Civil

Você sabe o que é corrente crítica e como usar na engenharia? Não perca essa dica de ouro!

Em meio à grande variedade de afazeres das rotinas atuais, qualquer pessoa precisa tomar ações eficientes para melhores resultados diários.

Do mesmo modo as empresas, cada dia mais precisam buscar meios de facilitar no controle de operações necessárias para o bom andamento da rotina, além de buscar soluções para melhorias desses controles.

É necessário traçar metas, planejar os meios e então maximizar os resultados.

O fato é que muitas vezes o planejamento para ser o máximo possível aproveitado, precisa analisar também os momentos críticos – (que fazem com que se gere alguns problemas de percurso ou ainda na inviabilidade do processo).

Isso pode acontecer em diversos segmentos de qualquer empresa em qualquer lugar, mas, no entanto, algumas áreas se tornam mais críticas à vulnerabilidade de processos como, por exemplo: as empresas de Engenharia Civil e indústrias de produção, as quais possuem prazo de entrega e assim qualquer tipo de erro pode ser prejudicial ao seu processo, trazendo sérios prejuízos.

Desse modo, essas empresas buscam melhorias em seus processos continuamente e analisam cada corrente crítica, a fim de evitar transtornos futuros.

Mas afinal, o que é corrente crítica?

Em qualquer processo existem várias repartições necessárias para o perfeito caminho de busca ao objetivo.

Deste modo, também há vários fatores que podem implicar no desgaste, levando a quebra no ponto mais fraco.

Esses processos podem ser entendidos como uma corrente, onde as repartições são os elos interligados e os fatores são as criticidades entre eles. Logo, algum fator pode implicar no desgaste, gerando a quebra entre os elos.

Sendo assim, a corrente crítica é uma técnica adotada para análise do caminho crítico, onde são avaliados os pontos que podem ser os principais causadores de problemas lá na frente.

A importância de análise das criticidades do processo

A globalização e a modernização do modo de trabalho, obrigam as empresas a enxugarem seus processos e maximizarem seus resultados para sobreviver em meio a competitividade.

Baseada na Teoria das Restrições, onde o contexto fabril é definido como uma corrente em que todos os seus processos são interligados, para então haver o perfeito segmento da sua funcionalidade; a corrente passa a ser a chave da integração dos processos, analisando a sua criticidade individualmente para o trabalho em harmonia de todos os setores.

É necessário cada vez mais buscar meios de facilitação e ainda assim de controle de empecilhos para o bom desempenho.

Nas áreas da Engenharia Civil, esse tipo de controle de criticidade é muito aplicado, para que assim, se tenha à ideia dos pontos críticos que podem gerar conflitos.

Quais os benefícios dessa técnica para a Engenharia Civil?

Além de previsão de fatores impactantes no bom desempenho das atividades, esse tipo de controle auxilia também na economia, através da análise de custos envolvidos no processo e custos que possam vir a ser gerados pela falta de observância dos mesmos.

Através de um Plano de Melhoria Contínua, a análise da corrente é refeita a cada processo, e se necessário haver intervenção em algum momento, ela consegue ser prevista e antecipada, a fim de gerar menor impacto possível ao projeto ou à organização.

É importante salientar que o controle dos elos do processo é imprescindível para visualização das possíveis restrições, podendo ela ser física ou não.

Na engenharia civil em especial, visa-se os recursos necessários para desenvolvimento da obra, auxilia-se no planejamento do cronograma, analisa-se fatores que podem interferir no processo, físico, não físico e ainda fatores naturais que possam gerar bloqueios.

Essa metodologia também auxilia no controle da mão de obra necessária para cada processo, analisa e mede os insumos para produção, de acordo com cronograma de obras e ainda auxilia no desenvolvimento de planos emergenciais para cada problema e em cada tipo de processo (ou elo).

O interessante é que essa técnica não é restritiva ao ramo de atuação e pode ser moldada através da análise de cada segmento, de cada objetivo e meta a ser traçada.

Desse modo, ela pode facilmente ser adequada às necessidades do projeto, servindo como ferramenta de controle e de melhorias no processo, maximização dos resultados e minimização dos custos.

Interessante, não é mesmo?

Até a próxima!

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